A vida é o tempo. O tempo que não para. O bater do coração, o tic-tac do relógio…a respiração. Quem me dera ao menos uma vez entender a vida…entender o tempo.

A vida é o tempo. O tempo que não para. O acender e o apagar de uma vela, pelo sopro que não se espera…o injusto espaço do tempo. O justo espaço do nada.

(Cícero André Henares – 05/09/2018)