O tempo nos consome,
segundo a segundo nos devora…
nos mastiga,
nos come!
O tempo nos dá o nada e o tudo,
o perfeito e o imperfeito…
talvez, até o futuro.
O tempo do amor,
da flor,
do sim e do não…
tempo de plantar e colher,
tempo de viver.
Só a morte consome o tempo.
O escuro,
o vazio,
o frio…
e, finalmente…
o nada!
Eis o tempo que nos consome.
(Cícero André Henares – 21/06/2019)

E nessa nossa (des)construção (a)temporal abocanhamos nossa fatia de vida, nossa capsula temporal a ser ingerida consuetudinariamente… Ficaria surpreso com o Nada, não imagina o quanto!
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Só para que saiba…o Frank é o Eduardo…ok?
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Bom dia.
Qual Eduardo?
rsrs
Porque conheço vários…
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