O chão árido…seco.
Um povo sofrido…com sede…com fome.
As rezas…as súplicas…a fé e a esperança.
O homem de joelhos plantados no chão infértil, clama por chuva. A lágrima escorre no rosto surrado pelo sol…e ali, bem naquele lugar, instaura-se a dor…o desespero e a descrença pela vida.
E o homem continua de joelhos no chão…clamando, suplicando, rezando…chorando.

Autor: Cícero Henares

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