Somos reflexo do que idealizamos. Nos perdemos entre caminhos e momentos e em nós mesmos nos reencontramos. Labirintos de emoções…famintos, sedentos…pequenos.
Por quem procuramos?
Quem encontramos? – nós mesmos…
Estranhos.
A mão que cura é a mesma que faz adoecer…
…padecer,
…sofrer,
…entender,
…renascer e
viver.

Autor: Cícero Henares (19/05/2023)

* Todos os direitos autorais reservados ao autor do texto.