O que é a vida senão a contemplação do belo em um campo de tulipas? A breve e maravilhosa sensação do vento tocando o rosto, com os olhos fechados sentir o poder e a genialidade de uma criação talvez divina.
A vida é divina e misteriosa. O nada do antes e o provável nada do depois, e, nesse intervalo, simplesmente…a vida. Os tropeços, os acertos, os sorrisos e as lágrimas…
A visita ao campo de tulipas nos proporciona o íntimo contato com a essência da vida. Nós e nossos moinhos de vento…que move nossos sonhos…sem eles, não existiria vida…e nem sonhos.
(CíceroHen@res – 18/02/18)
