A vida é como um jogo de xadrez em que o destino inquisidor, malicioso brinca de manipular suas jogadas, com um só objetivo em mente, encurralar as incertezas  nas vielas obscuras da inquietação. Modifica os rumos da trajetória, sem explicações…apenas por puro capricho do seu ego interior, aguçada pelo prazer de menino travesso revelando teu lado misterioso escondido dentro da caixa de pandora.
Onde estão os peões, oh vida, para defender-se de tamanha inquisição?
Em qual lugar estará vida que nos faça entender que existem vários caminhos para escapar do destino opressor?…escondendo-se nas bifurcações que seus medos traiçoeiros temem em encarar de frente a realidade. Oh destino,  o que fizestes, não sejas tão cruel neste teu humor ácido de malícias!
O destino, como um Deus grego…
Manipula,
Faz jogada,
acua,
Cria armadilha,
Julga,
Condena
e executa.
Xeque-mate! o destino ardil aproveita da inocência, agora diante de sua derrota a vida terá que se refazer novamente, ressurgir das cinzas como uma fênix, esfolada, mas viva…para viver!

Autores: Flávia Borges / Cícero Henares